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domingo, 13 de novembro de 2011

O Teu Nome


O meu peito rasgado,
Esviscerado,
Exposto à crítica
Dos especialistas
E a curiosidade
Dos rassantes,
De repente se sacode,
Sabe que não pode,
Sabe que não tem ode,
Então explode.
... E na nuvem que se forma,
Densa, quase impenetrável,
Eis que de repente,
Um raio de luz.
A multidão se espanta,
Enquanto um nome se forma,
E a luz, levemente se alevanta,
Até formar, na forma sem forma,
- mistura de solidão e de saudade, -
O teu nome, irradiando
Uma nova promessa de felicidade!


Macapá-ap, 30/09/2011.
14:40h.
Luiz Bezerra
Professor de Administração e Direito


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